A comida da mãezinha sempre foi a minha preferida (costuma ser a preferida de todos) e sempre tivemos muita atenção ao sal e o hábito de não sobrecondimentar os alimentos.
O que acontece é que, com a rotina de todos os dias, acabamos todos lá em casa por ficar saturados de comer sempre os mesmos alimentos (confesso que também a imaginação parece que se foi esgotando ao longo dos anos), da mesma forma, e então comecei a estar mais atenta a novos tipos de cozinha e novas receitas, sempre com o objectivo de uma alimentação melhor e mais saudável.
Há pouco tempo descobri a comida Macrobiótica. A princípio pensei que comer só verduras sem carne nem peixe “não puxa carroça”, mas cedo me apercebi que ao comer uma refeição macrobiótica me sentia “cheia” (tal como se comesse um bife com arroz ou batatas) e que não era a sensação de estar “enfartada”, mas sim satisfeita.
A Macrbiótica é considerada um regime alimentar e de vida. Por um lado temos Macro = grande e Bio = vida, em que se preconiza a máxima “mente sã em corpo são” .
Neste regime alimentar os cereais têm o papel principal, uma vez que defende que um alimento essencial para o Homem são os cereais integrais: cozidos, crus, assados, fritos, germinados… havendo várias e distintas formas de os preparar.
Quando nos aproximamos deste tipo de alimentação deparamo-nos com alimentos como o tofu e o seitan (vulgo glúten) e tal como me aconteceu a mim, ao início parecia um pouco estranho como é que iria comer tais alimentos que, aparentemente não sabiam a nada e que, principalmente, tinham um aspecto não muito apetecível.
“O tōfu (豆腐?) ou tofu é um alimento produzido a partir da soja. Tem uma textura firme parecida com a do queijo, sabor delicado, cor branca cremosa e se apresenta com a forma de um quadrado branco. É originário da China, mas muito comum também na alimentação japonesa e coreana. O seu processo de fabricação a partir do leite de soja, é muito similar ao do queijo fabricado a partir de leite, tendo também a mesma consistência. É por isso também conhecido por queijo de soja. Tem um sabor suave, e por isso é geralmente usado em receitas relativamente simples.
(…)
Pode ser comido cru, frito, cozido em sopas ou em molhos, cozido a vapor, recheado com diferentes ingredientes, ou fermentado como picles, etc. Nutricionalmente tem um conteúdo protéico muito rico e por isso é usado no Ocidente como substituto da carne por vegetarianos.” , in Wikipedia
“O seitan ou glúten, como por vezes também é designado devido ao nome da proteína do cereal, é um substituto da carne derivado de uma proteína de trigo chamada glúten.
(…)
O seitan é um óptimo substituto da carne, não só o conteúdo proteico como também para a preparação culinária. Pode grelhar-se, panar-se, usar em estufados, em espetadas ou assar no forno.
É um produto rico em fibras e minerais.”, in Wikipedia
Apresento algumas imagens de pratos de cozinha Macrobiótica:
Depois de experimentar, todas as dúvidas desaparecem. Tal como em todos os estilos de cozinha, há que ter em atenção os tipos de alimentos que estamos a ingerir, de forma a termos uma alimentação equilibrada.
E, é claro, se forem bem confeccionados e com muito amor, estes pratos são deliciosos.
Neste momento não faço uma alimentação totalmente macrobiótica, mas sempre que tenho oportunidade tento deliciar-me com algumas destas iguarias
Para quem quiser aprofundar um pouco mais sempre pode passar na zona de Artigos e Multimédia do Instituto Macrobiótico de Portugal e ler alguns dos artigos interessantes que lá figuram. Destaco o seguinte artigo chamado Macrobiótica.
kiss Carolina.









Posted by Carina on September 10, 2009 at 10:54 am
muito bem=P
perfeito=P
hihiih
a cozinha macrobiotica tem sem duvida muito a oferecer, eu tb pensei q ficaria com fome, qd experimentei fiquei tao cheia que nem o prato consegui acabar=P
kiss